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	<title>FANTASPORTO &#187; História</title>
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	<description>Especial Rascunho e JUP</description>
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		<title>Rumo ao Oriente no comboio do cinema Sul Coreano</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 04:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrojferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Orient Express]]></category>
		<category><![CDATA[cinema sul coreano]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasporto 2011]]></category>
		<category><![CDATA[JUP]]></category>
		<category><![CDATA[RASCUNHO]]></category>

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		<description><![CDATA[Cena do filme &#8220;Siworae&#8221; de Lee Hyun-seung, adaptado mais tarde por Hollywood com o título &#8220;The Lake House&#8221; Em 1999, &#8220;Shiri&#8221; tornou-se o filme de maior sucesso na história  do cinema sul-coreano, campeão de bilheteira não só na Coreia do Sul, mas também de Hollywood. Na verdade, o filme é tão assertivo e emocionante como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_1216" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2011/03/Il-mare.jpg"><img class="size-medium wp-image-1216" title="Il mare" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2011/03/Il-mare-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Cena do filme &#8220;Siworae&#8221; de Lee Hyun-seung, adaptado mais tarde por Hollywood com o título &#8220;The Lake House&#8221;</dd>
</dl>
</div>
<p>Em 1999, &#8220;Shiri&#8221; tornou-se o filme de maior sucesso na história  do cinema sul-coreano, campeão de bilheteira não só na Coreia do Sul, mas também de Hollywood. Na verdade, o filme é tão assertivo e  emocionante como qualquer produção americana a que estamos habituados. Enquanto os especialistas em cinema, apesar de cientes do sucesso e do porquê, do realizador Im Kwon-taek, as entradas em festivais multiplicaram-se pelo mundo todo. Em casa, &#8220;Shiri&#8221; marcou o início de um renascimento de uma indústria comercialmente viável, artisticamente aclamada que lançou a Coreia no palco global.</p>
<p>Apenas dois anos após a sua produção, filmes coreanos no próprio país conseguiam o domínio de bilheteira, algo que não acontecia antes perante o monstro concorrencial de Hollywood.</p>
<p>Enquanto o cinema americano continua cheio de filmes adaptados da BD, jogos de computador, &#8220;remakes&#8221; e sequelas, as coisas não são o mesmo no resto do mundo. Como o cinema mundial se está a tornar menos dominado por uma constante saturação de filmes americanos, destaca-se hoje uma das escolas que nos tem chegado muito por culpa do Fantasporto.</p>
<p>A Coreia do Sul tem visto um aumento de produção e distribuição do seu cinema nos últimos dez anos. Produzindo filmes que são experimentais e divertidos ao mesmo tempo, as histórias abraçam facilmente as plateias. Não são só os fãs de cinema puro que o reconhecem mas Hollywood também, ao tentar produzir &#8220;remakes&#8221; de alguns dos mais conhecidos filmes da geração actual de realizadores sul-coreanos.</p>
<p>Qual a chave para o sucesso do cinema sul-coreano? É sobre a história, não é apenas como criar uma boa história mas com a qual o público se pode relacionar. Fazem-no sobre a vida familiar disfuncional, tradicional ou não-tradicional e como cada um de nós lida com ela. Sobre a violência física e psicológica, tantas vezes sobre vingança. Sempre com muita reflexão sobre a condição humana e sobre a forma como vivemos na sociedade actual. Desligados pelos telemóveis, computadores e todos os outros meios de relacionamento. Depois, é só adicionar as explosões, as ondas gigantes, monstros, vampiros, loucos ou qualquer trama secundária que toda a gente gosta de ver em cinema mas sempre no meio do caos já instalado.</p>
<p>Sem viver lá ou alguma vez ter visitado sequer a Coreia do Sul, só resta especular sobre aqueles que crescem num país que teve e tem uma história turbulenta com o país vizinho a norte e variados sistemas políticos presentes nos países em torno dele. Serão as razões históricas e sociais factor para despoletar este tipo de cinema?</p>
<p>Pedro Ferreira</p>
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		<title>Entrevista a Ricardo Clara, Assessor do Fantasporto</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 21:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manuel Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Clara]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Viana]]></category>

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		<description><![CDATA[Ricardo Clara é assessor de imprensa do maior festival de cinema português – O Fantasporto. No entanto, a sua formação é na área do Direito. Numa conversa informal, 3 meses antes desta 30ª edição, fomos descobrir o que está por detrás da tela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Ricardo Clara é assessor de imprensa do maior festival de cinema português – O Fantasporto. No entanto, a sua formação é na área do Direito. Numa conversa informal, 3 meses antes desta 30ª edição, fomos descobrir o que está por detrás da tela.<strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Teresa Viana</em></strong></p>
<p><strong>TV: Sendo licenciado na área das letras, o que o fascina na área das artes, nomeadamente na vertente cinematográfica?</strong></p>
<p><strong>RC: </strong>Eu comecei a gostar de cinema antes de gostar de Direito, que foi a área em que me licenciei, me pós graduei… eu vejo cinema desde muito, muito novo e cheguei a uma altura da minha vida em que, por conhecimentos, passei de uma fase muito boa que era de espectador de dois festivais de cinema – o Fantasporto e o Festival de Cinema de Animação de Espinho – o Cinanima, para passar a trabalhar no Fantasporto. O facto de ter enveredado por Direito ou pelas letras, foi uma versão pragmática do futuro. Transformei o Direito numa prioridade e coloquei o cinema como um hobbie, em vez de fazer o contrário.</p>
<p><strong>TV: Como começou a integrar a organização deste festival?</strong></p>
<p><strong>RC: </strong>Foi em 1999. Eu vou ao Fantasporto desde 1990/91 como espectador, desde muito novinho, no antigo Teatro Carlos Alberto… E isto são cunhas. Eu conheço gente que integra a organização e por conversas puramente casuais em que nós dizíamos “Era porreiro um dia integrar a organização, estar do outro lado…”, a verdade é que assim foi. Em 1999 fui convidado por um dos directores, o António Reis para integrar o elenco que organiza o festival todos os anos e em 1999 fiz parte da organização. A partir daí comecei a ser assessor de imprensa do festival de 1999 até 2003 e de 2003 em diante também, com a diferença que passei a integrar a organização mesmo a nível físico da cooperativa Cinema Novo, que é a cooperativa que organiza o festival e portanto, fui convidado para sócio da cooperativa e como sócio, faço parte do grupo de 9/10 pessoas que todos os anos organiza o Festival Internacional de Cinema do Porto.<img class="size-full wp-image-796 alignright" title="Ricardo Clara" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2010/03/Ricardo-Clara.jpg" alt="" width="274" height="365" /><strong> </strong></p>
<p><strong>TV:Como apareceu o festival? Porque é que se centrou essencialmente no cinema fantástico?</strong></p>
<p><strong>RC: </strong>O festival apareceu em 1980 mas era um sonho dos dois iniciais directores do festival – Mário Dominsky e o … Pacheco Pereira – que, em 1976, no pós 25 de Abril, criaram uma revista, que era a revista Cinema Novo. Eles decidiram ir vendendo essa revista de cinema, em comboios, pela Europa fora. Com o passar dos anos, acharam que isso já era um bocado aborrecido e já não era so aquilo que eles queriam, porque a revista tinha potencialidades, tinha pessoas a escrever, tinha pessoas que liam e então pensaram porque não erguer um festival de cinema na cidade deles &#8211; ambos são portuenses. Em 1980, ergueram uma mostra, que era a primeira mostra de cinema fantástico do Porto – Fantasporto. Aí sim era só cinema fantástico. Os headlines dos jornais eram “O sangue invade as ruas do Porto”, etc porque, em primeiro lugar, era uma altura muito profícua na criação de cinema fantástico, essencialmente porque estávamos numa época muito conturbada a nível de relações internacionais e sócio-políticas, o que influencia sempre muito a criação de cinema fantástico que é a tradução em monstros e em criaturas muito estranhas como pessoas do Governo, por exemplo. O cinema fantástico foi apenas uma questão de oportunidade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TV: Como é que o Fantasporto começou a ocupar um lugar de destaque no campo dos festivais de cinema?</strong></p>
<p><strong>RC: </strong>O festival foi crescendo por si, como qualquer um. O Fantasporto é um festival muito verdadeiro na maneira de crescer porque o festival cresceu por causa de mais ninguém a não ser do seu público. Ou seja, o festival existia e 10 pessoas sabiam, no ano seguinte 20, no ano seguinte 100 e, portanto, o festival conseguiu fazer com que fosse por si próprio crescendo, em função do seu público e não em função de alguma entidade externa. No entanto, por muita luta que haja da parte do Fantasporto para tentar passar a mensagem, a verdade é que existem outros festivais “levados ao colo” entidades exteriores que ultrapassam o Fantas a nível de espectadores. Aqui, existe um ponto muito importante de ruptura, que é a fase Carlos Alberto e a fase pós Carlos Alberto. Na fase Carlos Alberto o festival era non-stop. Os filmes passavam até as seis da manhã e a malta dormia na sala, comia na sala, fumava na sala, bebia na sala… vivia-se o Fantasporto na sala. E isso é muito próprio do festival. Coisa que depois, no Rivoli não aconteceu.</p>
<p>Com o passar do tempo, o Fantas deixou de ser um festival exclusivamente de cinema fantástico. O fantástico caiu para atrair mais púbico porque havia necessidade de chamar mais público, além daquele que se identificava com a vertente de cinema fantástico, que não deixou de existir.</p>
<p><strong>TV:</strong> <strong>Sendo o Fantasporto um festival altamente reconhecido, como explica que seja sediado na cidade Invicta e não na capital do nosso país?</strong></p>
<p><strong>RC:</strong> Os directores do festival são portuenses. O Fantasporto é mesmo terreno a nível local. O Fantasporto foi criado e foi concebido num café muito emblemático da cidade do Porto que era o Café Luso, que já não existe… este café deu origem ao Fantasporto enquanto local onde eles se reuniram para tomar um café ou para beber uma cerveja e falar sobre cinema. Unia-se no Café Luso todo o tipo de pessoas desde o intelectual ao político, passando pelo trafulha, até à prostituta. Havia também muita malta de letras e de artes convivia lá. Então houve o ponto essencial para a criação de um festival que nasce numa zona mesmo no coração do Porto.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TV: O Fantas é reconhecido a nível internacional. Que estratégias são utilizadas para dar a conhecer o festival fora da nossa cidade?</strong></p>
<p><strong>RC:</strong> Para fora do Porto utilizamos várias estratégias. A que utilizamos à mais tempo tem que ver com a publicação do cartaz do ano seguinte nas revistas ou jornais de cinema da especialidade, desde as mais normais até à Variety, que é apelidada a bíblia do cinema e nos considerou, de há uns anos para cá, um dos maiores festivais de cinema do mundo. Também há spots televisivos normais com imagens do festival que são enviados para uma ou outra cadeia televisiva que contém programas de cinema. O que nós temos feito de há uns anos para cá é ter um stand no festival de Cannes. Este festival decorre todos os anos não só como festival de cinema mas também como mercado, onde se compram e vendem filmes. No stand que temos em Cannes promovemos o festival e promovemos a cidade, numa tentativa de mandar para fora a nossa imagem e cativar as pessoas a conhecerem o festival.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TV:</strong> <strong>Qual é a adesão do público ao Fantasporto? Quem mais adere ao festival?</strong></p>
<p><strong>RC: </strong>Há uns anos nós fizemos um inquérito para tentar descobrir o nosso público. O nosso público é muito, muito heterogéneo, ou seja, existe gente de todas as idades e de todos os estratos sociais. Mas essencialmente é um público académico, porque é esse público, essencialmente o mais novo, que vai ao cinema. O festival divide-se em duas partes: o pré-fantas, em que os cinéfilos puros querem ir ver uma retrospectiva de expressionismo alemão, por exemplo; e existem esses mesmos espectadores que depois vão ver o filme mais underground que nós passamos lá. É muito difícil explicar mas normalmente é um público académico, culto, um público interessado por arte, um público que vai ao cinema mas que também vai ao teatro, à ópera, lê muito e que está dentro da área, mas também é um nicho de público muito especial que é gente da casa – um grupo de pessoas que já acompanha o festival desde os tempos de Carlos Alberto e naquela semana, tiram férias para o Fantasporto.</p>
<p>Mas no geral, o grosso do que eu vejo lá é um público essencialmente académico dos 18 aos 28 anos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TV:</strong> <strong>Todos os anos o Fantasporto homenageia diversos realizadores. Em que bases se alicerçam estes tributos?</strong></p>
<p><strong>RC: </strong>A escolha tem a ver essencialmente com a obra do realizador e depois também tentamos ver se aquele realizador tem alguma relação umbilical com o festival. O festival já projectou para Portugal ou de Portugal para fora muitos realizadores como o Guilherme del Toro, o próprio David Lynch, uma série de realizadores que por si só, começaram a ter prestígio no nosso país. Por exemplo, imaginemos que faz agora 10 anos que o Guilherme del Toro ganhou um prémio no Fantas. Então, nós fazemos uma retrospectiva e homenageamos esse realizador.</p>
<p>São pessoas que marcam o festival, que marcam a agenda do cinema e então nós tentamos trazer cá ambas as vertentes sempre tendo em conta a disponibilidade deles.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TV:</strong> <strong>O cinema português também está presente neste festival. Considera importante o foco na produção nacional?</strong></p>
<p><strong>RC: </strong>Eu considero muito importante essencialmente porque a produção nacional é hedionda, ou seja, as bases eram nulas e o cinema português era feito à base de estereótipos, de pseudo intelectualidades e por isso acabávamos por ver filmes que eram tenebrosos. Acho que o papel de um festival de conseguir dizer que não a um filme português, dá logo ao realizador a ideia de ter de mudar alguma coisa no seu cinema e isso faz crescer. O cinema português é muito importante no Fantas. Temos ciclos de cinema relacionados com escolas, com a Casa da Animação… e portanto é um ponto muito fulcral trazer o cinema português para o Fantasporto. É uma maneira de saber que há mais gente que o vê, saber que ele existe, saber que está a ser produzido e, principalmente, dar um recado para quem ensina cinema saber que tem que o ensinar bem senão ele vai ser rejeitado e saber, principalmente, que nem toda a gente pode ser realizador. E saber, essencialmente, ver quais são as limitações dos novos cineastas para perceberem de que maneira é que podem contornar essas limitações.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TV:</strong> <strong>O cinema universitário é também prestigiado no Fantasporto. Porquê?</strong></p>
<p><strong>RC: </strong>O cinema universitário é prestigiado no Fantas porque é um incentivo (e se em Portugal há poucos incentivos a nível de cultura, têm que ser os privados a puxar por aquilo que o Estado não dá) e, além disso, a criação cinematográfica começa sempre nos bancos das universidades, por isso, a relação é mesmo intrínseca.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TV:</strong> <strong>Entre Fevereiro e Março de 2010, realizar-se-á a 30ª edição do Fantasporto. Além do que podemos encontrar no site do festival, que mais novidades podem ser reveladas para esta próxima edição?</strong></p>
<p><strong>RC: </strong>Nós ainda não temos nada confirmado por dois motivos: Em primeiro lugar aquilo que foi delineado o ano passado é o que está certo – os ciclos de cinema, as retrospectivas, a ideia de fazer um confronto entre a robótica e o cinema… Neste momento nós não podemos avançar nada por questões puramente orçamentais, pelo facto de ainda não estarmos com os patrocínios todos certos. Os filmes ainda estão em fase final de escolha. A selecção é feita em dois pólos: trazem-se alguns filmes do festival de cinema de Cannes, apropriados para o festival e para o nosso público; e depois é aberta a possibilidade de envio das obras para o festival, que são avaliadas por um júri composto por 5 elementos da organização, que seleccionam os filmes que passam e depois, em meados de Dezembro, está fechada a programação. A partir daí, em função da programação que temos, vamos ver os actores, os realizadores e os produtores que vamos trazer cá que sejam ligados a esses filmes, aqueles que queremos homenagear e tentamos sempre trazer mais uma ou outra surpresa mas que só em meados de Fevereiro é que temos a certeza se vêem ou não.</p>
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		<title>Wonderful Days e Fausto 5.0, regressos antes do arranque oficial</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 04:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Álex Ollé]]></category>
		<category><![CDATA[Isidro Ortiz]]></category>
		<category><![CDATA[Moon-saeng Kim]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 25 de Fevereiro o Fantasporto proporcionou mais uma sessão dupla de filmes que fazem parte das projecções que antecedem a abertura oficial do festival. Nesta visionámos os filmes Wonderful Days, de Moon-saeng Kim, e Fausto 5.0, de Álex Ollé e Isidro Ortiz. Wonderful Days de Moon-saeng Kim Wonderful Days, inserido na secção &#8220;Robótica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 25 de Fevereiro o Fantasporto proporcionou mais uma sessão dupla de filmes que fazem parte das projecções que antecedem a abertura oficial do festival. Nesta visionámos os filmes Wonderful Days, de Moon-saeng Kim, e Fausto 5.0, de Álex Ollé e Isidro Ortiz.</p>
<h2><em>Wonderful Days de Moon-saeng Kim</em></h2>
<p>Wonderful Days, inserido na secção &#8220;Robótica e Cinema&#8221;, é um filme de animação sul-coreano que conta a história de uma cidade futurista que se alimenta e cresce à custa da poluição do mundo. A narrativa do filme não se apresenta fora do comum, a relação entre dois personagens apaixonados que juntos tentarão mudar uma sequência de acontecimentos que se prevêem inevitáveis e destrutivos. Dotado de uma boa composição em termos de textura dos cenários e de movimentos de câmara &#8211; que na animação se tornam possíveis de uma forma única e diferente dos formatos tradicionais cinematográficos &#8211; o filme encontra-se do ponto de vista técnico muito bem conseguido. É ainda utilizado um cruzamento de técnicas entre o 2D e o 3D. As personagens desenhadas de uma forma tradicional e exemplar da anime asiática, principalmente da japonesa, colocam o filme num género mais ou menos definido. Um filme que retrata algumas das preocupações actuais em relação ao ambiente de uma forma futurista. Algumas das sequências dos acontecimentos estão, na minha opinião, algo mal explicados e acontecem um pouco inesperadamente, mas esse não seria, de qualquer forma e em príncipio, o objectivo do filme. Uma boa experiência visual em termos técnicos e da percepção dos espaços físicos que envolvem toda a aventura.</p>
<h2><em>Fausto 5.0 de Álex Ollé e Isidro Ortiz</em></h2>
<div id="attachment_694" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2010/02/ph5_w434_h_q80.jpg"><img class="size-medium wp-image-694 " src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2010/02/ph5_w434_h_q80-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Nova leitura do mito de Fausto, o homem que vende a alma ao diabo, em busca da imortalidade. (Foto: Fantasporto)</p></div>
<p>Fausto 5.0, o segundo filme da noite, revelou-se uma boa surpresa. Uma estória de um doutor cirurgião abatido pelo stress da vida e que deixou de apreciar os momentos mais simples desta encontra um ex-paciente seu, a quem tinha retirado o estômago. À partida teria sido impossível a este paciente viver mas a verdade é que ele persegue o médico durante todo o filme e vai fazer com que este descubra e passe a olhar a vida de outra forma. O médico irá até, pelo menos, até perto do final, desconfiar deste homem que parece estar em todos os sítios de forma imprevista e inexplicável sempre pronto a &#8220;realizar os seus desejos&#8221;.<br />
O filme apresenta-se bastante rico em pequenos pormenores ao longo de toda a acção sendo muitas vezes esta acompanhada de situações caricatas, divertidas e por vezes bizarras. Um filme surpreendente sobre a descoberta de pontos de vista positivos da vida e que nos deixa um final de certa forma em aberto.</p>
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		<title>De Robótica a Espíritos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 10:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paola Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Ji-woon Kim]]></category>
		<category><![CDATA[Lynn Hershman-Leeson]]></category>

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		<description><![CDATA[A sessão dupla do terceiro dia do Fantasporto foi marcada por dois temas aparentemente divergente (virtualidade e transcendente espiritual), mas que apresentavam abordagens semelhantes. O real e o virtual ou sobrenatural, misturam-se e condicionam as acções e sentimentos humanos. Tecknolust – Lynn Hershman-Leeson O primeiro filme, retratou a história de uma investigadora biomédica, Rosetta Stone, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sessão dupla do terceiro dia do Fantasporto foi marcada por dois temas aparentemente divergente (virtualidade e transcendente espiritual), mas que apresentavam abordagens semelhantes. O real e o virtual ou sobrenatural, misturam-se e condicionam as acções e sentimentos humanos.</p>
<h2><em>Tecknolust</em> – Lynn Hershman-Leeson</h2>
<p>O primeiro filme, retratou a história de uma investigadora biomédica, Rosetta Stone, que clona os seus genes e cria três mulheres à sua imagem e semelhança, no entanto essas criaturas possuem características distintas. Uma é sedutora e fatal, outra ambiciosa e com uma curiosidade aguçada, a terceira é conformada e obediente. No entanto, todas possuem seus próprios medos, desejos e anseios, além de serem frágeis aos germes das cidades, só podendo equilibrar seu organismo com esperma masculino.  Aí está o mote do filme, que de maneira um pouco caricata, tenta difundir a ideia de que o homem contamina e é contaminado, seja pela necessidade de aperfeiçoamento e de não-aceitação da sua própria condição, seja por se permitir contaminar pelo vírus da modernidade, que torna cada vez as máquinas mais humanas e os homens mais robôs. Psicologicamente, o filme retrata o medo, o anormal e o contagioso que existe nas relações sociais.</p>
<h2><em>A Tale of Two Sisters</em> – Ji-woon Kim</h2>
<div id="attachment_663" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2010/02/tumblr_kukr5aKwwy1qaxf6jo1_400.jpg"><img class="size-medium wp-image-663" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2010/02/tumblr_kukr5aKwwy1qaxf6jo1_400-300x225.jpg" alt=" A Tale of Two Sisters (Foto: Fantasporto)" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"> A Tale of Two Sisters (Foto: Fantasporto)</p></div>
<p>O Segundo filme da noite, também tem como protagonista uma mulher, a jovem sul coreana, Su-mi, que ao retornar para sua casa após um tratamento psiquiátrico, se depara com o medo do conhecido e desconhecido que assombra as lembranças ocultas de sua família. O realizador Ji-woon, consegue um drama psicológico capaz de associar montagem, trilha, actuação e roteiro em uma trama envolvente, além de uma edição inteligente e assustadora. O clichê fica a cargo do mote final, onde em forma de flashs é desvendado o mistério da tormenta da jovem, com relação à morte da irmã. Fica a cargo do público descobrir o que é real ou não na história. A fotografia é outro factor importante, um jogo de arte que permite ao longa um ar matinal e a casa onde o filme se passa, consegue ser ao mesmo tempo linda e sinistra.</p>
<p>De forma excepcional o director coreano, mostra como as relações interfamiliares doentias, podem perturbar gerações distintas de uma mesma descendência. Muito valorizado no oriente, o tema da transcendentalidade permite fazer associações com o real, o imagético e o sobrenatural, possibilitando que atitudes sociais tidas como doentias e até mesmo inexplicáveis, tenham algum sentido e explicação psico-emocional. A ficção que ganhou o prémio de melhor realizador e actriz no Fantasporto de 2004, reúne em um mesmo ambiente familiar os descontroles humanos, associados aos sentimentos de inveja, medo, arrogância, impotência, timidez, culpa e ironia, que apoiados no transcendente dão sentido à trama psicológica do filme.</p>
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		<title>Segundo dia e mais uma sessão dupla</title>
		<link>http://fantasporto.rascunho.net/2010/02/segundo-dia-e-mais-uma-sessao-dupla-no-grande-auditorio/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 02:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Guillermo del Toro]]></category>
		<category><![CDATA[Shynia Tsukamoto]]></category>

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		<description><![CDATA[No segundo dia do Fantasporto 2010,  o Grande Auditório do Rivoli contou com uma sessão dupla de filmes. Com início pelas 21h30 os filmes apresentados foram Tetsuo 2 – The Cyberpunk, de Shynia Tsukamoto, e Cronos, de Guillermo del Toro. Tetsuo 2 – The Cyberpunk O primeiro filme faz parte da secção «Cinema e Robótica» [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo dia do Fantasporto 2010,  o Grande Auditório do Rivoli contou com uma sessão dupla de filmes. Com início pelas 21h30 os filmes apresentados foram <em>Tetsuo 2 </em>–<em> The Cyberpunk</em>, de Shynia Tsukamoto, e <em>Cronos</em>, de Guillermo del Toro.</p>
<h2><em>Tetsuo 2 – The Cyberpunk</em></h2>
<p>O primeiro filme faz parte da secção «Cinema e Robótica» existente este ano no festival. Trata-se de uma experiência inquietante e perturbadora de imagens e sons. Sendo filmado com uma camâra quase sempre a uma velocidade vertiginosa, onde os sons incomodativos acompanham toda a acção, é um filme que apresenta uma tonalidade sempre fora do comum, ora marcado pelos altos contrastes de azul ora por contrastes mais amarelados.</p>
<div id="attachment_644" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><a href="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2010/02/Tetsuo-II-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-644" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2010/02/Tetsuo-II-4-300x291.jpg" alt="" width="180" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Tetsuo II (Foto: Fantasporto)</p></div>
<p>O universo cinematográfico, e também cultural, japonês remete-nos muitas vezes para a relação homem-máquina. E não só o homem está ligado à máquina como o homem é a própria máquina e esta reproduz as suas vontades e desejos mais profundos. Mas existe também o outro lado da questão, a dúvida que assombra os desejos humanos, as questões que colocará o homem-máquina a si próprio num futuro. Não se trata apenas de ter a maior arma de todas, ainda que grande parte do filme viva disso, da troca de tiros com metralhadoras e bazucas gigantes, e ainda bem porque é a isso que o filme se propõe também, trata-se de estar tão intimamente ligado com o desejo destrutivo humanos que a arma se torne uma extensão natural da brutalidade agressiva existente em nós. Isto levanta toda uma série de questões relativamente ao que nos move enquanto criaturas pensantes e que se aniquilam a si próprios. A paisagem citadina é uma constante, a maquinação do sujeito, os cenários sujos e degradados pela destruição bélica.</p>
<p>O filme é ainda uma experiência do ponto de vista da montagem, talvez não só da montagem, da noção de sequências dos planos. Sempre a grande velocidade apresenta imagens aleatórias de texturas, stop-motion e película que parece riscada e que lhe atribui um efeito específico e bizarro. Um bom filme, uma experiência aterradora de um grande realizador do fantástico actual.</p>
<h2><em>Cronos</em></h2>
<p>O segundo filme – Cronos, de Guillermo del Toro – apresenta-nos uma estrutura narrativa mais linear, existe uma história que tem um propósito de apresentar uma série de acontecimentos um pouco mais específicos. Um inventor constrói a máquina da imortalidade, o resto já se adivinha; luta entre dois homens pela máquina com todas as intrigas possíveis pelo meio e ainda a morte e a ressuscitação de um deles.</p>
<p>É um filme incluído no conjunto de «Vencedores Fantasporto» de anos anteriores. Neste caso, ganhou um Grande Prémio, Prémio Melhor Actor e Prémio do Público em 1984. Um filme interessante onde um imaginário um pouco mais adulto reina. É o primeiro filme de Guillermo del Toro, que realizou <em>Hellboy</em> e <em>O Labirinto de Fauno</em>, por exemplo e para ilustrar alguns dos mais conhecidos.</p>
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		<title>Como o JUP viu o Fantasporto em 2001</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 22:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Daniel Rego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[JUP]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caleida.pt/fantasporto/2001/index.html"><img class="alignnone size-full wp-image-362" title="cartaz01" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/cartaz01.jpg" alt="cartaz01" width="120" height="150" /></a><a href="http://issuu.com/jup_njap/docs/mar_o_01"><img class="alignnone size-full wp-image-363" title="mar-01p" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/mar-01p.jpg" alt="mar-01p" width="120" height="150" /></a></p>
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		<title>Como o JUP viu o Fantasporto em 2002</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 16:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Daniel Rego</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caleida.pt/fantasporto/2002/index.html"><img class="alignnone size-medium wp-image-334" title="cartaz02" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/cartaz02-210x300.jpg" alt="cartaz02" width="120" height="150" /></a><a href="http://issuu.com/jup_njap/docs/fevmar02"><img class="alignnone size-full wp-image-335" title="fev_02p" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/fev_02p.jpg" alt="fev_02p" width="120" height="150" /></a><a href="http://issuu.com/jup_njap/docs/jan02"><img class="alignnone size-full wp-image-336" title="jan-02" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/jan-02.jpg" alt="jan-02" width="120" height="150" /></a></p>
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		<title>Como o JUP viu o Fantasporto em 2003</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 21:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Daniel Rego</dc:creator>
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		<title>Como o JUP viu o Fantasporto em 2004</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 17:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Daniel Rego</dc:creator>
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<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;"><a href="http://issuu.com/jup_njap/docs/mar_o04centrais1"><img class="alignnone size-full wp-image-290" title="marco04centrais1p" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/marco04centrais1p.jpg" alt="marco04centrais1p" width="120" height="150" /></a><a href="http://issuu.com/jup_njap/docs/mar_o04centrais2"><img class="alignnone size-full wp-image-292" title="marco04centrais2p1" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/marco04centrais2p1.jpg" alt="marco04centrais2p1" width="120" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: center;">
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		<title>Como o JUP viu o Fantasporto em 2005</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 17:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Daniel Rego</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.caleida.pt/fantasporto/2005/index.html"><img class="size-full wp-image-186 alignleft" title="cartaz05" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/cartaz05.jpg" alt="cartaz05" width="120" height="150" /></a><a href="http://issuu.com/jup_njap/docs/mar_o05"><img class="size-full wp-image-188 alignleft" title="marco_05p" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/marco_05p.jpg" alt="marco_05p" width="120" height="150" /></a><a href="http://issuu.com/jup_njap/docs/fev05"><img class="size-full wp-image-224 alignleft" title="fev-05039" src="http://fantasporto.rascunho.net/wp-content/uploads/2009/02/fev-05039.jpg" alt="fev-05039" width="120" height="150" /></a></p>
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