Especial Rascunho e JUP

Fantasporto no Brasil: Leo Falcão

Leo FalcãoO JUP/RASCUNHO continua a fazer saber da repercussão do Fantas do outro lado do oceano. Depois do jornalista Rafhael Barbosa e da produtora Maíra Viana, esta série de três entrevistas curtas a agentes culturais brasileiros (todos de regiões diferentes, recordamos) fica hoje completa com as respostas do cineasta Leo Falcão (foto).

Conhece o Fantasporto? Como?
Já ouvi, sim. É um evento bastante conhecido no circuito de festivais, especialmente por guardar este recorte específico de lidar com o fantástico, que é um género de suma importância e influência para a literatura e para o cinema latino.

Por que gostaria de participar no festival?
Participar de um festival é importante por vários motivos. Além da oportunidade de mostrar o seu filme para um público diverso, trocar ideias e impressões acerca do seu trabalho, contribui para o amadurecimento contínuo, em termos técnicos e estilísticos, eu diria.

Qual a importância desses festivais?
Estabelecer networks (pessoais e profissionais) é um aspecto fundamental de qualquer evento de cinema, justamente por permitir esse maior contacto entre diferentes realidades de trabalho e viabilizar pragmaticamente actividades de cooperação, promovendo assim um maior desenvolvimento e diversificação da produção cinematográfica contemporânea.

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