Fantasporto no Brasil: Maíra Viana
O JUP/RASCUNHO continua a fazer saber da repercussão do Fantas do outro lado do oceano. Depois do jornalista Rafhael Barbosa, colocámos as mesmas perguntas a Maíra Viana (foto), produtora cultural. Esta série de três entrevistas curtas chega amanhã ao fim com a publicação das respostas do cineasta Leo Falcão.
Conhece o Fantasporto? Como?
Já ouvi falar através da Internet. Como trabalho com roteiros estou sempre lendo muito sobre a área de vídeo, curtas, cinema, etc.
Por que gostaria de participar no festival?
Acho interessante, sim. Pretendo encaminhar alguns vídeos meus para festivais e o Fantasporto é uma óptima porta.
Qual a importância desses festivais?
Esses festivais podem auxiliar, por exemplo, no intercâmbio Brasil–Portugal de produções cinematográficas. É a globalização cada vez mais avançando, eu acho. A união e troca de culturas entre esses dois países leva a vantagem de não ter a barreira da língua. Um festival como este estimula e enobrece o intercâmbio entre Brasil e Portugal, o que para mim está entre as principais relevâncias ao se fazer um festival.



